ARTE, POTÊNCIA E RESISTÊNCIA: O CORPO ENTRE MOVIMENTOS ESCOLARIZADOS E NÃO ESCOLARIZADOS

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Este artigo tem por objetivo problematizar o corpo em relação aos movimentos escolarizados e não-escolarizados junto a uma Fundação de Arte, buscando compreender as linhas e movimentos da arte empreendida nesse espaço e de que maneira ela provoca movimentos de resistência nos corpos que com ela se relacionam. Como aporte teórico-metodológico, tem-se a noção de genealogia em Michel Foucault. O material de pesquisa está composto por informações institucionais disponibilizadas pelo site e blog, visitações, participação nos encontros de formação, além de materiais didáticos criados pela instituição. Os resultados do estudo apontam que, embora uma Fundação de Arte seja um espaço não-escolar, ele também é constantemente atravessado por movimentos escolarizados, disciplinando e subjetivando os corpos, que, em um movimento de resistência, buscam estratégias de fuga e criação, potencializando-se.

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